terça-feira, 29 de novembro de 2011
matemática do amor
Pra que dividir sem raciocinar
Na vida é sempre bom multiplicar
E por A mais B
Eu quero demonstrar
Que gosto imensamente de você
Por uma fração infinitesimal,
Você criou um caso de cálculo integral
E para resolver este problema
Eu tenho um teorema banal
Quando dois meios se encontram desaparece a fração
E se achamos a unidade
Está resolvida a questão
Prá finalizar, vamos recordar
Que menos por menos dá mais amor
Se vão as paralelas
Ao infinito se encontrar
Por que demoram tanto os corações a se integrar?
Se infinitamente, incomensuravelmente,
Eu estou perdidamente apaixonado por você
Na vida é sempre bom multiplicar
E por A mais B
Eu quero demonstrar
Que gosto imensamente de você
Por uma fração infinitesimal,
Você criou um caso de cálculo integral
E para resolver este problema
Eu tenho um teorema banal
Quando dois meios se encontram desaparece a fração
E se achamos a unidade
Está resolvida a questão
Prá finalizar, vamos recordar
Que menos por menos dá mais amor
Se vão as paralelas
Ao infinito se encontrar
Por que demoram tanto os corações a se integrar?
Se infinitamente, incomensuravelmente,
Eu estou perdidamente apaixonado por você
TEORIAS MATEMÁTICAS
Em 1917, na Alemanha, dois homens partilham o mesmo quarto de um hospital psiquiátrico. Um é um velho excêntrico, inspirado na figura do matemático alemão Georg Cantor e, o outro, um soldado francês traumatizado pela guerra. Sem nada em comum, estabelecem com ajuda de teorias matemáticas, um mundo em que é possível a amizade. O livro "Uma Janela para o Infinito", de Denis Guedj, foi apresentado ontem ao final da tarde no Instituto Franco-Português, em Lisboa, e mostra como a matemática atravessa o quotidiano, como as suas teorias tocam os homens mais simples e podem estar ao serviço da sociedade.
Ciência Hoje falou com o escritor francês, um autor singular de vários livros sobre matemática, histórias que segundo ele só existem porque os conceitos científicos são portadores dos seus próprios dramas.
Ciência Hoje falou com o escritor francês, um autor singular de vários livros sobre matemática, histórias que segundo ele só existem porque os conceitos científicos são portadores dos seus próprios dramas.
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